Métodos contraceptivos mais utilizados

 

a) Pílula: É composta por hormônios femininos e cada marca tem taxas hormonais diferentes. É por isso que é tão importante você conversar com o médico para saber qual é a melhor escolha para você. Não adianta querer tomar a da amiga, pois talvez não seja a ideal. Vá ao posto de saúde e consulte com o ginecologista!

b) Anticoncepcionais injetáveis: Também apresentam na sua composição os hormônios sexuais femininos porém ao invés de você ter que tomar a pílula diariamente a aplicação da injeção é mensal ou trimestral, dependendo da orientação médica. É um método interessante para quem esquece de tomar a pílula e é tão eficaz quanto ela.

c) Espermicidas: Substâncias químicas de destruição de espermatozoide. São disponíveis nas formas de espuma, geleia, tabletes, supositórios vaginais e também em forma de creme. Eles devem ser inseridos na vagina nos por volta de 30 minutos antes da relação sexual.

d) O dispositivo intra uterino (DIU): Composto de um material plástico pequeno contendo cobre ou hormônios, e dependendo do material pode permanecer alojado de 1 a 10 anos sem ser substituído. Tem por função mudar o ambiente físico da área reprodutiva, o que vai impedir o óvulo de ser fertilizado ou implantando no útero. Atenção! O DIU só pode ser inserido no útero por um médico.

e) O preservativo masculino (camisinha) é um tubo de material fino (borracha de látex) que é rolado sobre o pênis ereto antes do contato do pênis com os órgãos genitais femininos. O preservativo masculino fornece a melhor proteção contra doenças sexualmente transmissíveis, inclusive o HIV.

f) O preservativo feminino é uma espécie de bolsa de 17 centímetros de comprimento de poliuretano com dois anéis flexíveis que é inserido na vagina antes da relação sexual. Ele cobre a cervice, vagina, e a área em torno da vagina. Como o preservativo de látex masculino, o preservativo feminino fornece proteção contra algumas doenças sexualmente transmissíveis, inclusive o HIV.

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Doenças Sexualmente Transmissíveis

 

As DST’s geralmente se manifestam por meio de feridas, corrimentos, bolhas, verrugas, etc. Algumas possuem tratamento rápido e fácil enquanto que outras possuem um tratamento mais difícil e complicado. O mais importante e que elas sejam diagnosticadas e tratadas o quanto antes para que se evite uma complicação mais grave que pode levar até a morte. A pessoa que está infectada (seja homem ou mulher) transmite a DST para seus parceiros, normalmente  quando acontece penetração.
DST’s mais comuns:
• Gonorreia (Pingadeira ou Esquentamento);
• Cancro Mole (Cavalo);
• Sífilis (Cancro Duro);
• Herpes, Hepatite (tipo A e B);
• Candidíase;
• Linfogranuloma Venéreo (Mula);
• Uretrite não Gonococias (Chlamydia);
• Condiloma Acuminado;
• Tricomoníase e a AIDS, entre outras.
Sintoma bastante comuns para quem tem uma DST: sentir ardência ou coceira ao urinar ou até mesmo durante as relações sexuais; Dor e mal-estar embaixo do umbigo, na parte baixa da barriga, ou ao urinar e evacuar, entre outras.
Aqui é importante ressaltar que algumas pessoas não sentem absolutamente  nada e continuam por aí transmitindo DST aos seus parceiros desprevenidos. Normalmente os sintomas são percebidos após alguns dias da infecção, mas existem alguns outros que podem permanecer por anos sem que a pessoa perceba. Isso não impede que o o portador de uma DST seja transmissor da doença, mesmo desconhecendo seu estado de infecção.

As Doenças Sexualmente Transmissíveis são bastante comuns entre os os jovens e eles estão no topo de quem as transmite e recebe. Isso acontece por causa do pouco interesse na utilização de  formas de prevenção (principalmente a falta de uso da camisinha nas relações e da diversidade de parceiros sexuais). Mas  além disso como pode-se pegar uma DST? Aí a lista aumenta: Quem usa drogas injetáveis e compartilham seringas; Quem possui um parceiro que faz uso de drogas injetáveis e compartilha a seringa com outras pessoas. Na verdade qualquer pessoa que não usa preservativo seja casada, solteira, jovem, adulta, rica ou pobre não está livre de pegar DST.

É claro que você não quer correr esse risco, certo? Então vamos falar novamente que você não deve esquecer jamais de utilizar o preservativo sempre! Ele continua sendo o método mais eficaz para evitar uma transmissão, seja de uma  DST ou até mesmo do vírus da Aids. Falando nela….
Aids é uma doença que se manifesta após a infecção do organismo pelo Vírus da Imunodeficiência Humana, HIV que destrói os linfócitos (aquelas células que são responsáveis pela defesa de todo o nosso organismo).  Estando o sistema imunológico do corpo comprometido, a pessoa portadora  de HIV se torna vulnerável a qualquer infecção ou doenças oportunistas. Então galera, o lance é se proteger sempre evitando uma gravidez indesejada, uma DST ou até mesmo a AIDS. Com o seu corpo, a sua saúde e a sua vida não se brinca!
Visite o site www.dst.com.br e saiba mais sobre as DST’s!!!!!!!!!

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